[ Resenha ] Meu Universo Particular - Frederico Elboni

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Boa tarde galera linda!

Aqui no Blog já temos o outro livro do Fred resenhado, Um Sorriso ou Dois. Hoje vim falar um pouquinho sobre Meu Universo Particular, o seu mais novo lançamento. 

Meu Universo Particular foge um pouco do estilo do primeiro. Um Sorriso ou Dois é um livro repleto de crônicas que falam de temas variados. Já esse é focado em frases de efeito condensadas em gravuras. Todo o livro é assim. 

Em termos de Marketing, achei fabuloso tendo em vista que a maioria das pessoas gosta de ler e compartilhar frases; vivemos salvando e compartilhando o tempo todo nas redes sociais como forma de representar algum tipo de momento pelo qual estamos passando ou sentimento que detemos. Sempre queremos dividir experiências.

Nem sempre esse tipo de estilo agrada as pessoas, mas a mim agradou bastante, pois ele inclusive traz um diferencial, o fato de permitir que o leitor interaja com o Fred. No decorrer da leitura, existem momentos que o o escritor pede que você legende uma foto ou compartilhe sua seleção musical no decorrer da leitura e pede que através das Hashtags interaja com ele. Se ele vê ou não eu não sei, só sei que achei bacana. rs

As frases, em geral, falam sobre relacionamentos, um novo amor, incertezas, a dor de uma desilusão, passado e amizade. Temas esses também retratados no seu primeiro livro. Eu já gostei do primeiro e esse gostei ainda mais, pois sempre nos leva a reflexão sobre a vida, como estamos agindo diante dela e quando um livro me permite isso, eu gosto demais.

Hoje, estarei na Sessão de Autógrafos desse mais novo lançamento do Fred no Shopping da Bahia aqui em Salvador na Livraria Saraiva às 19 horas para autografar meus dois livrinhos e depois faço a cobertura aqui no Blog. 

Lembrando que amanhã, dia 22/05 ele estará autografando em Fortaleza e dia 28/05 em Campinas.

E se você não leu ainda? Arrisque-se!

Abaixo algumas das frases bacanas que gostei.

Beijocas







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Bom dia!!!

Hoje mais quotes das obras da Vanessa Sueroz, dessa vez de Odiado Admirador Secreto. E para se inspirar, escute Rosas da Ana Carolina!

Beijocas

Se inspire ouvindo Rosas da Ana Carolina:


"Casal vermelhinho é como eu às vezes chamo o Fernando e a Andressa. Eles são tão tímidos que até hoje têm vergonha de chamar o outro para sair. Acho que todo mundo já percebeu, já que o Fernando ficou mais vermelho que meus cabelos só por trazer torradas para a Andressa"

"– Por quê? Foi o Lucas que disse que você parece um jumento dando cria enquanto dorme". (p. 69)

"O Vitor vive me dizendo que finais felizes não existem, que a única coisa que temos são capítulos felizes, ou seja, momentos felizes, porque no final todo mundo morre e morrer não é feliz (pelo menos eu não acho feliz), e não posso discutir com o fato de que ninguém é feliz o tempo todo, mas seria bom se fôssemos". (p. 169)

“Estou sendo perseguida pelo maníaco das rosas. Posso gritar agora? Opa! Já gritei.”

“E não me digam que isso é óbvio porque eu só percebi agora. Parece que não sei de nada ultimamente.”

"...Como vou simplesmente pegar outro livro?... não posso simplesmente esquecer aquele e seus personagens fofos e suas vidas complicadas e simplesmente partir pra outro..."

"...Por te amar, vemos seus defeitos e te ajudamos a consertá-los..."

“– Eu tenho certeza de que é chato. Não preciso ler para saber. Esses livros fazem vocês mulheres terem ideias erradas de como é um homem de verdade. E garanto que homens de verdade não ficam por aí dizendo a palavra com “A”.

“– Perdeu a Paula babando em cima da mesa – comentou a Andressa.– Eu não estava babando! – me defendi.– Desculpe! Você estava deixando sua saliva sair da sua boca e cair na mesa – ela respondeu, rindo.”

“– O Vitor não quer enfiar a língua na sua boca – comentou a Andressa, dando de ombros.– Ainda bem, ou teríamos um grande problema. Não quero um dos meus melhores amigos enfiando a língua na minha boca.– Eu quero! – brincou a Andressa, ficando um pouco corada.”

“– E qual tipo de homem manda flores? – perguntei, desconfiada.– Alguém romântico, talvez – ele me respondeu, dando de ombros.”

Being Erica (A vida de Erica)

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Pense como seria maravilhoso ter a oportunidade de resolver os seus problemas atuais, reparando o passado durante sessões de terapia?
Em linhas gerais, quem procura por terapia, procura a resolução de problemas emocionais; querem uma vida mais completa e feliz. Felicidade que não se encontra apenas com os cuidados físicos. Psico, música, ocupacional, são inúmeros os tipos de terapia encontrados.
Agora... e se colocássemos um tempero nisso tudo? E se você pudesse viajar no tempo e espaço para fechar tudo aquilo que deixou aberto, problemas não resolvidos, desejos não realizados, relacionamentos rompidos e muito mais?
Neste plot recheado de drama, mas com momentos muito agradáveis e divertidos, Erica Strange, verá a sua vida mudar de maneira revolucionária.

Uma terapia muito diferente! Algo que só a ficção poderia nos trazer.


Sinopse:
Being Erica – no Brasil, A Vida de Erica é uma série dramática produzida no Canadá. Criada por Jana Sinyor e dirigida por Holly Dale, teve 4 temporadas. Sua estreia aconteceu em Janeiro de 2009 e o episódio final, foi exibido em Dezembro de 2011.


Erica Strange, personagem interpretada por Erin Karpluk, uma mulher de 34 anos, vê a sua vida seguir em frente – no melhor estilo “deixa a vida me levar” – sem protagoniza-la. Seu mundo está completamente perdido e sua vida, desmoronando.
No trabalho, exerce uma função muito abaixo de sua capacidade intelectual. Já em sua vida amorosa, sobra espaço apenas para solidão. Lhe resta ser coadjuvante na vida, acompanhando de perto o sucesso de todos aqueles que ama.
Certo dia, o terapeuta, Dr. Tom Wexlar, Michael Riley, surge com uma proposta, até então, comum: fazer terapia. Erica faz uma “lista de arrependimentos” e cabe a ela, auxiliada por Dr. Tom, reparar estas situações. Em sua primeira sessão, ela vive a experiência mais maluca e ao mesmo tempo, a mais incrível de sua vida.
Comentário geral
Tomei conhecimento desta séria de uma forma muito curiosa. Procurava na internet a música No Rain, da banda Blaind Melon.


Isso me levou ao setlist da série. Confesso que li a sinopse, apenas porque vi escrito a frase “viagem no tempo”. Como um bom nerd, gosto de histórias com essa proposta – não que todas sejam boas. – Após ler, fiquei ainda mais surpreso por saber que, boa parte da história, quando ocorridas as viagens no tempo, aconteciam nos anos 90 – tá ai a resposta para No Rain”.
Sim, fui um adolescente que cresceu nos anos 90, mas não foi só por esse saudosismo que a série me pegou. Havia uma profundidade absurda no desenvolvimento da personagem.
Uma história de romances, problemas de família e com amigos, transições de carreira e muito mais. Todos os dilemas vividos pelas mulheres modernas. Na verdade, tudo o que um gênero chik lit pode dispor. No entanto, a motivação de Erica não era apenas viver uma história de amor entre um homem e uma mulher. Suas dúvidas giravam ao redor de um núcleo vital: assumir a responsabilidade pela própria vida.
Desta forma, vemos Erica, passo a passo, se apaixonar cada vez mais por si mesma. E o namoro, casamento, status, trabalho, se tornarem consequências da intensidade desse sentimento experimentado por ela.
O tema de abertura, All I ever wanted to be, de Lily Frost, traduz de forma romântica e melancólica, porém, esperançosa, os sentimentos de Erica. Coloca em pauta as suas dúvidas, desejos, questionamentos e fragilidades. E aos poucos, mostra o seu renascimento.
Não preciso falar que este é um dilema comum na vida de todos. Afinal, quanto de nosso potencial boicotamos diariamente, sem saber? Por que deixamos de protagonizar a nossa própria vida? Quanto de responsabilidade podemos assumir, encarando desafios amedrontadores, até vencermos? Em quem podemos confiar para nos orientar? Devemos ou não abrir mão de algo no presente para beneficiar o futuro? Seria dolorido fazer uma escolha dessas?
Que confusão!
Nesta série, fica claro a construção de roteiro contextualizado na Jornada do Herói.



Quando Erica é chamada à aventura, saindo de seu mundo comum, percorre um caminho até o seu renascimento para retornar como uma heroína completamente transformada.


São muitos os caminhos escolhidos e percorridos por ela. Desta maneira, não haveria forma mais simbólica de retratar tantas escolhas, senão, entrando por uma porta e saindo por outra. Afinal, o que há atrás de cada porta existente na sua vida?


Em cada uma, antiga e nova Erica se encontram em algum ponto do tempo e espaço.
Todas as viagens remetem as famosas “regressões terapêuticas” e começam a partir do momento em que Erica entra no consultório de Dr. Tom. Curiosamente, sua sala de terapia não fica em um endereço fixo. Ela pode estar atrás de qualquer porta e em qualquer lugar. Por exemplo: no banheiro de um bar, no salão de beleza, no escritório. São muitas as possibilidades.


Ao entrar pela porta e escolher um arrependimento da lista, Erica é transportada, imediatamente, à um ponto no tempo e espaço e lá, inicia a sua saga de renascimento ao confrontar situações que tanto lhe causam dor, medo e incômodo.
Nessas regressões não existe um impacto tão grande quando o que conhecemos como “efeito borboleta”. Quer dizer, o futuro muda, mas o foco é o comportamento de Erica e não o surgimento de uma nova sociedade ou a destruição da raça humana. Calma, pois é muito sussa!
A séria acabou, infelizmente! Mas ainda é possível acompanhar a trajetória de Erica, pois todos os episódios estão disponíveis no canal GNT, acessando o NET-NOW.
Divirta-se, emocione-se, ria, repense sobre você e faça as suas escolhas. A vida de Erica é uma excelente metáfora do nosso cotidiano; da nossa incrível jornada de heróis escondida atrás de uma porta.
Para reforçar o saudosismos, se quiser, confira no link o as músicada série.
1° temporada
Ano: 2009
Episódios: 13
2° temporada
Ano: 2009
Episódios: 12
3° temporada
Ano: 2010
Episódios: 13
4° temporada
Ano: 2011
Episódios: 13

Elenco:








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